O módulo BIM não é uma pasta de PDFs. É um caderno com ordem.
No task.BIM, as abas do empreendimento seguem o método: primeiro se define o que é a obra, depois o que foi decidido, depois como modelar e conferir, e por fim como o escritório executa.
TAP — o que é o empreendimento#
Nome, área, localização, objetivos, premissas e restrições. É a abertura do projeto. Dados daqui alimentam o BEP — não digite de novo.
DNA — decisões técnicas#
Material, sistema, caminhamento: o que ficou combinado com o cliente. Briefings coletam; o DNA consolida. Quando o DNA muda, o RIE avisa em vez de sobrescrever em silêncio.
RIE — como modelar#
Requisitos por elemento. Pode nascer da sugestão do DNA; você aceita ou diverge. É a ponte entre decisão e modelo.
Verificações e BEP#
Verificações Técnicas conferem o modelo (não confundir com checklist do Kanban). O BEP documenta equipes, softwares e revisões (R00, R01…) a partir do TAP.
O ganho real#
Coordenação deixa de ser “alguém lembra o que o cliente pediu” e passa a ser registro consultável — no mesmo lugar do Kanban e do cronograma.