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TAP, DNA, RIE e BEP: o caderno técnico no task.BIM

Neste artigo (5 seções)

O módulo BIM não é uma pasta de PDFs. É um caderno com ordem.

No task.BIM, as abas do empreendimento seguem o método: primeiro se define o que é a obra, depois o que foi decidido, depois como modelar e conferir, e por fim como o escritório executa.

TAP — o que é o empreendimento#

Nome, área, localização, objetivos, premissas e restrições. É a abertura do projeto. Dados daqui alimentam o BEP — não digite de novo.

DNA — decisões técnicas#

Material, sistema, caminhamento: o que ficou combinado com o cliente. Briefings coletam; o DNA consolida. Quando o DNA muda, o RIE avisa em vez de sobrescrever em silêncio.

RIE — como modelar#

Requisitos por elemento. Pode nascer da sugestão do DNA; você aceita ou diverge. É a ponte entre decisão e modelo.

Verificações e BEP#

Verificações Técnicas conferem o modelo (não confundir com checklist do Kanban). O BEP documenta equipes, softwares e revisões (R00, R01…) a partir do TAP.

O ganho real#

Coordenação deixa de ser “alguém lembra o que o cliente pediu” e passa a ser registro consultável — no mesmo lugar do Kanban e do cronograma.

MÉTODO DE 33 FASES

Leve o processo do task.BIM para o seu escritório.

Criado a partir de dezenas de obras reais de arquitetura e compatibilização. Cronograma, TAP, open²BIM, financeiro e comercial no mesmo lugar.

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